quarta-feira, 29 de dezembro de 2010

Feliz Ano Novo


Ano novo com o coração cheio de esperança!
Muita mudança!
Milhares de expectativas!
vários Projetos!
Concretizações em abundancia!!!
UM ANO NOVO COM MUITO AMOR CARINHO AÇÚCAR E AFETO!

quinta-feira, 11 de novembro de 2010

No meu leito de morte, após a visita da doce madame....

..... no meu Epitáfio, junto ao meu Epíteto, gostaria que tivesse:

Aqui alguém que amou.

Essa seria minha melhor descrição.
A mais correta e exagerada.
A mais simples e pura versão do que fui!
Apesar de não parecer, de muitas vezes não demonstrar, amo e amo muito, profundamente, com dor, sem dor, com sorrisos e lágrimas.
Enfim amei, e AMO.
E na verdade amo tanto, que até aqueles que já deixaram a minha vida, eu continuo amando.
É certo que de uma forma mais nostálgica, com carinho, mas sem saudades.
É para lá, para o mundo das lembranças que vou sempre que quero visitar momentos bons do amor. Ou para me lembrar que essa estrada eu já trilhei e não foi tão legal.
Mas revisito meus amores antigos, com a minha lembrança, sempre com o coração feliz e cheio de esperança! E ao final de cada visita, sempre terminada com um largo suspiro, penso:


- Como foi boa essa vida, cheia de amores, e como será melhor, com tantos amores ainda por vir!


NOTA DE ESCLARECIMENTO: kkkk quem diria, que necessitaria disso hein? Mas enfim.... Amores da minha vida: amigos, amantes, família, TRABALHOOO ( QUE EU AMO CADA DIA MAIS E MAIS), estudos, dia de sol, de chuva.... viu? Eu AMO MUITO MESMO! E QUASE TUDO RSRSRSSR......

segunda-feira, 25 de outubro de 2010

Restos...

Restos do que sou
Promessas do que já fui
Sonhos do passado
Momentos do futuro
Ilusões utopias da vida
Cretina!
Cospe com a boca suja!
Rasga com as unhas falhas!
Estupra com o falo doente!
És temente?
Temente a que Bela Dona?
Ao que possui de mais puro?

Teu tesouro escondido entre as pernas?
Ah! Quem dera isso ainda fosse verdadeiro!
Teu tesouro corrompeu-se
Tua virgindade findou-se
Tua santidade maculou-se
Sua sanidade perdeu-se
E agora? Pergunta-me atônita!
O que fazer?
O que fiz?
Ahh carne fraca, alterada pelo desejo inflamado do macho!
O teu macho!
Ops... muito forte o linguajar?
Há Há Há!!! Até parece que nesta terra o que nasce para cima não perfura!
E o que nasce para baixo? Tú não comes??
Uíii.. esconde!

Oh! Aqui jaz Bela Moça maculada e ruborizada.
Anda! Levanta-te vadia dos 7 véus!
Retoma teu caminho
E Faz barulho quando pisas,
Para que as boas moças de família
Contigo não cruzes.

Mas olha, antes que o rumo do destino
Lhe coma as entranhas
Prova do meu beijo sinistro!
Que apesar de doce vicia e é torpe!
Agora parte vida medíocre,
Viciada em mim.
Cria de mim
E para mim!
Sem que o eu, jamais saiba onde foi parar!
Lara, 10/01/05.

sexta-feira, 22 de outubro de 2010

O AMOR

Estava eu, revirando minhas gavetas em prol de um processo, quando de repente me bato com uma caixinha que guardo recordações. Encontrei alguns textos, e alguns poesias bem antiguinhas minhas que vou postando aos poucos aqui, afinal de contas, recordar é viver! Rsrsrsrs...
Mas o texto abaixo, foi dado acho eu, quando ainda estava no terceiro ano científico, e por um professor maravilhoso Ary Quadros, ou Tio Ary, para alguns.
Um exemplo de pessoa, e um profissional, muito bom!
Esse texto para alguns vai parecer besta, fácil, mas Tio Ary, é assim, nos dá coisas de fácil entendimento a primeira vista, mas que deixam ensinamentos profundos.
Obrigada Tio Ary, por tudo! Suas lições estão bem guardadas... e tenho feito uso de algumas delas, que só depois de algum tempo pude entender, mas tenha certeza que as revisito constantemente, para que elas surtam efeito, e para que minha compreensão sobre elas seja acertada!
Um beijo com carinho, açúcar e afeto.
A autoria eu do texto baixo, desconheço.

Maria de Fátima era professora da terceira série. Uma turma muito agitada, mas que vivia surpreendendo-a com idéias criativas. Numa das aulas, Cibele, uma das alunas mais aplicadas, perguntou:
- Professora, o que é o amor?
Maria de Fátima sentiu que aquele era um bom momento para ensinar aos alunos o verdadeiro sentido do amor, não o amor banalizado como a sociedade trata hoje. Propôs então uma brincadeira. Todos deveriam ir para o pátio do colégio. Deveriam procurar e levar para a sala o objeto que mais despertasse neles o sentimento do amor.
As crianças saíram rapidamente, empolgadas com a tarefa. Depois de quinze minutos, voltaram.
- Quero que cada um mostre o que trouxe – disse a professora.
Aninha tomou a frente e disse:
- Eu trouxe esta flor, não é linda?
Leonardo, orgulhoso falou:
- Eu trouxe esta borboleta. Veja o colorido de suas asas, vou colocá-la na minha coleção.
Outra criança completou:
- Eu trouxe este filhote de passarinho. Ele havia caído do ninho junto com outro irmão. Não é uma gracinha?
E assim as crianças foram mostrando o que tinham trazido para simbolizar a beleza do amor.
Terminada a exposição, a professora notou que havia uma criança que tinha ficado quieta o tempo todo. Ela estava vermelha de vergonha, pois nada havia trazido. Era Juliana. Maria de Fátima se dirigiu a ela e perguntou:
- Meu bem, porque você não trouxe nada?
E Juliana, timidamente, respondeu:
- Desculpe professora. Vi a flor e senti o seu perfume, pensei em arrancá-lo, mas preferi deixá-la para que seu perfume exalasse por mais tempo. Vi também a borboleta, leve, colorida! Ela parecia tão feliz que não tive coragem de aprisioná-la. Vi também o passarinho caído entre as folhas, mas ao subir na árvore notei o olhar triste de sua mãe e preferi devolvê-lo ao ninho. Portanto, professora, trago comigo o perfume da flor, a sensação de liberdade da borboleta e a gratidão que senti nos olhos da mãe do passarinho. Como posso mostrar o que trouxe?
A professora agradeceu a criança e lhe deu nota máxima, pois ela fora a única que percebera que só podemos trazer o amor no coração.

segunda-feira, 18 de outubro de 2010

Colocando a vida em dia!

Hoje, gostaria muito de ter novidades espetaculares...
hoje gostaria muito que o sol esquentasse meu rosto, e uma leve brisa me fizesse carícias...
hoje acordei querendo tudo!
Mas primeiro, é o que sempre escuto, você tem que deixar as coisas em dia, colocar a vida de forma prática e racional, e quando dou por mim o hoje passou a ser ontem
E novamente acordo cheia de vontades... e lá vou eu colocar a vida em dia!
Mas na verdade não estou em atraso com a vida, contas pagas, trabalho como o de todo mundo, cheio de coisas para fazer mas que gosto "pacas" e sempre me diverte muito!
Acho que essa coisa do colocar a vida em dia me atrasa bastante... não aguento mais correr, hoje estou optando pelo viver...
E vou colocando a vida em dia, e vivendo e gostando...
Mas e as novidades, e o frescor da brisa e o sol... vão acontecer... ahhh isso eu sei que vão!

terça-feira, 28 de setembro de 2010

Há que crescer mas sem perder a ternura!

Eu sou daquele tipo de pessoa “crente das pessoas”. Daquelas que acredita até a ultima gota. E sempre escuto, você é boazinha demais, por isso sofre tanto... mas ultimamente isso não tem me importado, todo o sofrimento vivido, as decepções que tenho passado, tem me feito entender, que eu não posso cobrar das pessoas aquilo que elas simplesmente não tem, ou não podem ou não querem dar. E que também não posso deixar de ser eu, porque de repente isso incomoda alguém. Meus amigos e minha família, me conhecem e me amam pelo que sou e como sou, muito estabanada, sem noção das coisas, a ultima a saber das fofocas...e se esse meu jeitinho não agrada paciência, continuo aqui vivendo minha vida, sem incomodar, falando baixo como sempre, pedindo por favor obrigada, com licença, bom dia boa tarde e boa noite... exatamente como mamãe me ensinou. E a vida, continua seguindo seu curso normal, quer dizer nem sempre normal, as vezes com altos muito altos, com baixos muito rasantes, mas sempre assim, me fazendo crescer, mas nunca sem perder a ternura!

sexta-feira, 17 de setembro de 2010

Para Sempre Cecília

Dois Cânticos e uma Canção

Cecília Meireles

Cântico II

Não sejas o de hoje.
Não suspires por ontens...
não queiras ser o de amanhã.
Faze-te sem limites no tempo.
Vê a tua vida em todas as origens.
Em todas as existências.
Em todas as mortes.
E sabes que serás assim para sempre.
Não queiras marcar a tua passagem.
Ela prossegue:
É a passagem que se continua.
É a tua eternidade.
És tu